"Que tal dispensarmos as coisas quentes hoje?", ela propôs. "As mesas parecem bem cheias lá dentro. Podemos não conseguir lugar se demorarmos muito." Mas era num jardim entediante que eu entrava, justamente quando os últimos raios roxos do dia eram sorvidos pela noite. Os altos lírios brancos deitavam suas cabeças sobre meu peito e dormiam antes que eu lhes dissesse uma palavra, e as capuchinhas rosnavam em volta dos meus pés até mancharem meus chinelos de verde. Apenas os botões de solteiro de Billy se erguiam, rígidos e firmes, ligeiramente avermelhados por terem absorvido o orvalho da noite. Senti-me animada ao vê-los e me abaixei para juntar um punhado deles para usar, mesmo que contrastassem com minhas cortinas de ametista, quando um sorriso divertido, feito em voz alta, surgiu do caminho logo atrás de mim.!
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"Não há nenhuma mesa...", ela começou, ainda com um leve protesto na voz, quando Bruce os conduziu pela estreita escada vertical até a sala maior acima, onde mais mesas e janelas criavam um aconchegante local de jantar para cerca de uma dúzia de pessoas. Patricia assentiu. "Você estará em melhor forma para começar o projeto da biblioteca na semana que vem", disse ela rapidamente. "Só vou começar meus estudos quando tiver vontade. Não vale a pena se esforçar demais. Tivemos uma semana gloriosa, com os shows, o teatro, os museus e tudo mais, e aprendi mais do que deveria na escola. Só a vida ensina muito, se você aprender, e eu não acredito em torcer o nariz para as coisas só porque elas não estão em uma lista."
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"Por que você canta a canção da morte?" perguntou a Sra. Dallas, abrindo os olhos, "Espere até sábado, quando o velho Jonesy te encontrar", alertou sua nova amiga. "Você não achará a vida tão leve quando o olhar de águia dele te descobrir." "Ela é algo mais do que isso em Barbados."
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